Se a escuridão me persegue por cada lugar, por cada momento, devo eu, um simples poeta, fazer da minha coragem um caminho por brilhar?
Caminho entre sombras que sussurram o meu nome, como ecos de um medo que nunca se consome.
A noite estende-se dentro e fora de mim, e eu pergunto ao silêncio: onde terá o fim?
Fujo... ou enfrento? Já nem sei distinguir, se é a escuridão que me segue, ou eu que insisto em fugir. Mas no fundo do peito, onde o medo se deita, há uma luz teimosa que se recusa a ser desfeita
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